Bianca Carrenho

“E nessa vida curta, não há tempo”
julho, 2024

O cemitério se tornou o cenário de um ensaio fotográfico contemplativo. Entre lápides antigas e folhas secas, a luz suave do crepúsculo destacava a serenidade e a paz do ambiente. A câmera capturava detalhes sutis: o contraste entre o verde dos musgos e o cinza das pedras, as sombras projetadas pelos túmulos e as flores que permaneciam.

O silêncio do cemitério, quebrado apenas pelo farfalhar das folhas, ofereceu uma nova perspectiva sobre a beleza e a memória deste espaço muitas vezes esquecido. O ensaio foi uma reflexão sobre a transitoriedade da vida e a tranquilidade encontrada na quietude.